quinta-feira, 14 de março de 2013

Guião técnico

Elementos da equipa de trabalho:
O Produtor,
O Produtor Executivo,
O Realizador, 
O Assistente de realização, 
A Anotadora (scriptgirl), 
O Diretor de Fotografia, 
O Operador de Câmara, 
O Assistente de Câmara, 
O Chefe-Maquinista, 
O Chefe-Eletricista (Iluminador), 
O Cenografista/Aderecista, 
O Operador de Áudio. … 
e os Atores, claro.

Estrutura da narrativa na RÁDIO


A rádio é como um meio-cego, e o narrador é como se fosse um cão-guia da plateia, este
transporta a ação que prevê a exposição.

Estrutura da narrativa na TELEVISÃO




      A estrutura narrativa na televisão permite-nos entender a ideia e a mensagem e situações que
ocorrem durante a história. Para manter o interesse, as narrativas de televisão multiplicam os
seus enredos e personagens. A televisão, em todas as suas formas, prevê uma atualização
contínua de um estado. Isso alimenta a ilusão de televisão de vivacidade e de imediatismo.

domingo, 2 de dezembro de 2012

estrutura fílmica

A dimensão:

Plano médio: É o enquadramento dos locutores de Telejornal e é também usado para permitir seguir duas personagens num diálogo.








Primeiro plano: É o enquadramento que apresenta apenas o rosto da pessoa. É usado também nas entrevistas, gerando uma sensação de maior familiaridade entre o espectador e o entrevistado.










Grande plano: Só se vê o rosto
 (às vezes cortado) a uma distância muito
 curta, quase íntima. É usado
 para reforçar Situações de emocionalidade
 dos personagens.










Plano de pormenor: Só se vê um pormenor do assunto
que estamos a filmar, são normalmente imagens de
forte Expressividade.

 










Plano Geral: Plano que nos permite situar e conhecer o
local onde a ação se desenrola. Muitas vezes este
plano está associado à panorâmica que é uma
rotação da câmara de forma a permitir uma maior
amplitude e visibilidade do local onde a ação se
desenrola.







Plano americano: Corta as personagens à altura dos joelhos. É muito usado, pois permite um melhor enquadramento do ambiente que rodeia as personagens.






Unidades da narrativa Fílmica


PLANO: segmento de película entre dois cortes = unidade física mais pequena; unidade espacio-temporal.

CENA: Unidade narrativa maior em termos de espaço e tempo; Pode ser constituída por vários planos ou por um só plano; Unidade advém normalmente do assunto tratado, desenrolando-se normalmente num tempo e espaço relativamente uniforme.

SEQUÊNCIA: Unidade narrativa maior, sendo constituída por várias cenas; Tal como a cena, o que lhe confere unidade é o assunto tratado, sendo porém mais abrangente que o da cena, podendo desenrolar-se em vários espaços e tempos.

PLANO-SEQUÊNCIA: unidade narrativa especificamente cinematográfica, onde o tempo de rodagem coincide com o tempo da ação; unidade filmada num só plano, podendo eventualmente constituir uma sequência.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Tipos de publicações

Cartaz e Exposição
Os cartazes bem concebidos têm de funcionar em dois níveis: primeiro precisam de chamar a atenção; segundo, têm de transmitir informação.
É importante o bom uso da cor e a mensagem principal tem de ser transmitida de forma imediata.
Normalmente as pessoas apenas lançam um olhar de relance a um cartaz.
Os elementos presentes no cartaz devem ser reduzidos ao essencial. Um elemento forte tem sempre mais eficácias de que um grupo de elementos diferentes.

Tipos de publicações


Publicidade impressa


Tanto a linguagem como a imagem têm de convencer a audiência de que determinado produto é para ela. É fundamental um bom texto publicitário visto ter de estar em sintonia com a audiência. Neste sentido o trabalho do designer é clarificar a mensagem através de um bom trabalho tipográfico e uma boa composição.

Tipos de publicações

revistas

Antes de mais o designer tem de analisar o público-alvo e os objetivos da revista. O tipo de conteúdo determina a grelha tal como nas brochuras. A escolha da tipografia é igualmente importante. Deverá ser de fácil leitura e serifada se se pretende dar um ar mais sério e sem serifa para dar um ar de modernidade.

Brochuras

O primeiro passo é definir a grelha mediante a análise do conteúdo. Se a brochura é basicamente um veículo de vendas, a ênfase estará na informação pictórica, em que o texto desempenha um papel menos importante. Noutros tipos de brochura a proporção entre imagem e texto pode ser mais ou menos igual.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Objetivas - tipos de objetivas


As objetivas podem ser de distância focal fixa (objetivas fixas) ou variáveis (zooms).
A principal característica da objetiva é a sua distância focal. Assim fala-se em objetivas fixas de 28mm, 35mm, 50mm, 70mm, 130mm, 210mm, 300mm, etc.
Existem também objetivas zoom, que são objetivas de distância focal variável, que permitem ao utilizador, com uma só objetiva, selecionar a distância focal que pretende, dispensando assim a utilização de diferentes objetivas fixas. A utilização de objetivas zoom é mais económica e por isso é a opção mais comum, embora a sua qualidade ótica seja habitualmente inferior à das objetivas fixas.

  

Máquinas fotográficas digitais

Embora existam diferentes tipos de corpo de câmara fotográfica, atualmente os formatos digitais são os mais utilizados sobretudo devido à sua versatilidade e aos custos envolvidos. Nos últimos anos estas câmaras têm sofrido grande evolução o que tem contribuído para que câmaras relativamente recentes rapidamente fiquem desatualizadas.

  

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Embalagens e Etiquetagem

Algumas embalagens são puramente decorativas enquanto outras, como caixas de medicamentos, têm de transmitir informações importantes. Nas primeiras o designer tem maior liberdade em termos de utilização imaginativa da cor, do tipo de ilustração… no segundo caso o designer tem que se concentrar em transmitir o texto da maneira mais rápida e legível.

TIPOS DE LETRA

Uma fonte tipográfica (também chamada de tipo ou, simplesmente, fonte) é um padrão, variedade ou coleção de caracteres tipográficos com o mesmo desenho ou atributos e, por vezes, com o mesmo tamanho (corpo). Assim, dizemos fonte Garamond, fonte Arial, fonte Baskerville, ou fonte negrita, fonte itálica. A utilização do anglicismo fonte com o sentido de tipo se deve principalmente devido à disseminação desde a década de 80 por usuários de computadores anglicizados e por programas Microsoft adaptados para o português, a partir do termo inglês font (do latim fundita, do verbo fundere, fundir), que tem uma origem diversa da origem da palavra fonte do português (do latim fons, fontis, à qual corresponde fount ou fountain em inglês). Embora o processador de texto Microsoft Word em versão portuguesa de Portugal use a expressão tipo de letra em vez de fonte, as duas nomenclaturas são perfeitamente aceitas e corretas, sendo o termo fonte, em particular, muito mais usado e difundido.

Cor: Diferenças e Legibilidade


Ao trabalhar com cores há três termos que é necessário compreender: a COR PURA - como em vermelho, azul e verde; o TOM - o caráter mais claro ou mais escuro de uma cor; e a TONALIDADE - uma escala que vai da intensidade total, como o vermelho-vivo, a pouca intensidade como num verde-escuro.

Quando se usa tipo e cor, a legibilidade provém do contraste - um dos princípios básicos do design e abordado com mais detalhes aqui -. O maior contraste existe entre o tipo preto sobre um fundo branco; o menor contraste existe no tipo amarelo sobre um fundo branco. A gama entre estes dois é muito extensa. À medida que a cor do plano de fundo se aproxima da do tipo, a legibilidade diminui.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Simbólicas :

O termo símbolo, designa um elemento representativo que está (realidade visível) em lugar de algo (realidade invisível) que tanto pode ser um objeto como um conceito ou ideia, determinada quantidade ou qualidade. O "símbolo" é um elemento essencial no processo de comunicação, encontrando-se difundido pelo quotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano. Embora existam símbolos que são reconhecidos internacionalmente, outros só são compreendidos dentro de um determinado grupo ou contexto (religioso, cultural, etc.)


Abstratas:




Imagens que não se assemelham aos objetos reais

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Design


O design, desenho industrial ou desenho ou modelo é a configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Essa é uma atividade técnica e criativa, normalmente orientada por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema. Simplificando, pode-se dizer que design é projeto.
Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras (tipografia), livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da Internet, entre outros.
O design é também uma profissão, cujo profissional é o designer. Os designers normalmente se especializam em projetar um determinado tipo de coisa. Atualmente as especializações mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores.
Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projectado.
A palavra design pode ser considerada um estrangeirismo, por ter sido apropriada do inglês. Por essa razão, utiliza-se muitas vezes expressões como desenho industrial.

Cinema


Indícios históricos e arqueológicos comprovam que é antiga a preocupação do homem com o registro do movimento. O desenho e a pintura foram as primeiras formas de representar os aspectos dinâmicos da vida humana e da natureza, produzindo narrativas através de figuras. O jogo de sombras do teatro de marionetes oriental é considerado um dos mais remotos precursores do cinema. Experiências posteriores como a câmara escura e a lanterna mágica constituem os fundamentos da ciência óptica, que torna possível a realidade cinematográfica.
Hoje em dia, o cinema baseia-se em projeções públicas de imagens animadas. O cinema nasceu de várias inovações que vão desde o domínio fotográfico até a síntese do movimento utilizando a persistência da visão com a invenção de jogos ópticos. Dentre os jogos óticos inventados vale a pena destacar o thaumatrópio (inventado entre 1820 e 1825 por William Fitton), fenacistoscópio (inventado em 1829 por Joseph-Antoine Ferdinand Plateau), zootropo (em 1834 por Will George Horner) e praxinoscópio (em 1877 por Emily Reynaud). Em 1888, Emily Reynaud melhorou sua invenção e começou projetar imagens no Musée Grévin durante 10 anos.
Em 1876,  Eadweard Muybridge fez uma experiência: primeiro colocou 12 e depois 24 câmeras fotográficas ao longo de um hipódromo e tirou várias fotos da passagem de um cavalo. Ele obteve assim a decomposição do movimento em várias fotografias e através de um zoopraxinoscópio pode recompor o movimento. Em 1882, Étienne-Jules Marley melhorou o aparelho de Muybridge. Em 1888, Louis Aimée Augustin Le Prince filmou uma cena de cerca de 2 segundos mas a fragilidade do papel utilizado fez com que a projeção ficasse inadequada.

Fotografia.



A história da fotografia pode ser contada a partir das experiências executadas por químicos e alquimistas desde a mais remota antiguidade. Por volta de 350 a.C., aproximadamente na época em que viveu Aristóteles na Grécia antiga, já se conhecia o fenômeno da produção de imagens pela passagem da luz através de um pequeno orifício. Alhazen em torno do século X, descreveu um método de observação dos eclipses solares através da utilização de uma câmara escura. A câmara escura na época, consistia de um quarto com um pequeno orifício aberto para o exterior.
Por definição,fotografia é, essencialmente, a técnica de criação de imagens por meio de exposição luminosa, fixando esta em uma superfície sensível. A primeira fotografia reconhecida remonta ao ano de 1826 e é atribuída ao francês Joseph Nicéphore Niépce. Contudo, a invenção da fotografia não é obra de um só autor, mas um processo de acúmulo de avanços por parte de muitas pessoas, trabalhando juntas ou em paralelo ao longo de muitos anos. Se por um lado os princípios fundamentais da fotografia se estabeleceram há décadas e, desde a introdução do filme fotográfico colorido, quase não sofreram mudanças, por outro, os avanços tecnológicos têm sistematicamente possibilitado melhorias na qualidade das imagens produzidas, agilização das etapas do processo de produção e a redução de custos, popularizando o uso da fotografia.